segunda-feira, 11 de junho de 2007

Ela é o céu, Ele é o mar…

Ela, cheia de alma Lusitana, desejava tanto revê-lo, sentir o aconchego do seu abraço, o sabor do seus lábios, perder-se no seu corpo…

Foi até à praia, de frente para o mar, fixou o seu olhar no horizonte, naquele momento, nada mais existia em seu redor. Apenas ela e a linha que os une, que os separa!
O mar estava verde, mas nele reflectia o tom azul do céu…assim como os seus olhos!
Quando se encontram, são uma mescla de tons composta por diversos aromas! São duas almas, uma que navega nos mares, outra que voa para além das nuvens!
Quase se confundem, quase se tocam! Sempre distantes!
Entrou no mar, banhou a sede do seu corpo, perdeu-se nas ondas! Sentiu que estava longe, que não o alcançava. As vezes acredita que o horizonte existe, que há um momento em que realmente o céu toca no mar, outras vezes sabe que não passa de uma ilusão aos seus olhos!
O céu e o mar, tão próximos e tão distantes…tão semelhantes e tão diferentes!
Um espelha-se no outro, partilham o que têm em comum!

Nessa noite...
O céu enfeitou-se com as estrelas mais bonitas e brilhantes!
O mar estava calmo, irradiava pequenos pontos de luz!

Ela é o céu, Ele é o mar…separados pela linha do horizonte!

12 comentários:

R Lima disse...

Essas separações são míticas.. e perfeitamente possíveis.

Como será possível amores que se amam viverem separados?:

Belo blog.


[ http://oavessodavida.blogspot.com/ ]

O AveSSo dA ViDa - um blog onde os relatos são fictícios e, por vezes, bem reais...

Marco disse...

"Ela é o céu, Ele é o mar…separados pela linha do horizonte!"

Um lá em cima e outro cá em baixo, um de frente para o outro, a se olharem, a se contemplarem...

Que lindo isso Vanda!

Beijos...

Girassol disse...

Já tinha gostado muito do "Ela e Ele", e este não foi excepção.
Talvez seja a minha alma Lusitana a sentir-se revista em algumas das linhas desta história.
Talvez seja a certeza de que as impossibilidades, não são obigatoriamente incompatibilidades, pois os opostos podem admirar-se, cativar-se, comtemplar-se a amar-se... mesmo que esse amor se resuma a estrelas brilhantes reflectidas na imensidão das águas verdes do mar.

Beijinho Vanda

Mel disse...

Lindo, lindo, lindo!!

Anónimo disse...

Lindo esse poema...

Até eu quero ser assim...rs

Bj

Danizita

João Araújo disse...

Olá, como vai?

Nossa, parecia ser suas pessoas, a leitura ficou tão envolvente que a surpresa foi maior ainda

Ah, fico feliz por ter visto meu blog nos seus link

Bjs e uma ótima noite

Mel disse...

Vanda...
Tenho um trabalhinho para vc lá no Casuale!
Bjo!

http://blogcasuale.blogspot.com/2007/06/dia-de-santo-antnio.html

Marco disse...

Algo espera por você em meu blog!
Passe por lá Vanda...
Beijos

Erika disse...

Lindo demais seu texto, Vanda. Vim pela indicação do Marco. Adorei.
Parabéns

Beijos

Sara k disse...

oi Vanda, adorei este texto, que sutil, adorei o fim principalmente.

olha, me mudei para o wordpress, vei ver!
Depois atualiza meu link dos seus favoritos, viu?!

beijo
;-)

luma disse...

Íntegrais e complementares.
"Nessa noite...
O céu enfeitou-se com as estrelas mais bonitas e brilhantes!
O mar estava calmo, irradiava pequenos pontos de luz!"
clap! clap! clap! um espetáculo!
Beijus

vanda disse...

luma

eu não consigo comentar no seu blog

muito obrigada pela sua visita

beijinho vanda