domingo, 29 de abril de 2007

Até onde vai o nosso coração?

Até onde vai, de verdade, o nosso coração?
Será que temos uma resposta pronta ou temos que pensar, se temos que pensar quanto tempo demorará até termos uma resposta precisa, exacta, ou será que essa resposta não necessita de ser assim tão precisa e exacta, ou até, quem sabe, não haverá uma resposta, talvez hajam várias…
Ou terá dias, em que nós já sabemos até onde vai o coração, tem outros dias que nem sentimos o coração….ou será a cabeça que manda e o coração assiste calado, mudo, apenas batendo o suficiente para que o ar chegue ao corpo… porque um corpo assim, não tem sentimentos, nem emoções, não tem vida, assiste com lentidão a cada dia que passa…
E, quando perguntarmo-nos: -“até onde vai o nosso coração?” e, a resposta não aparecer, não fluir com naturalidade, o melhor a fazer é deixar que o coração nos leve…
E, quando nos deixamos levar pelo coração, onde quer que seja, ele vai disparar, sentimos todo o corpo com vida, o sangue corre nas veias e o peito não se enche apenas de ar, mas sim, de emoções!

3 comentários:

Claudia Blue disse...

Pq não seguir o coração?...é o caminho mais leve , lindo e colorido que possa existir...e acaso em alguma parte deste caminho ficar assim meio nublado existe outras vertentes onde seja bom.. e é nela que deverá continuar seguindo.. bjo blue


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http://nabolsadamulher.blogspot.com

ricardo disse...

bom as qse 5 da manha chego a conclusão que não tenho conclusoes, mas enfim , por via das duvidas acho melhor seguir o coração, não importa em q circunstancia, é melhor errar com o coração do que com a cabeça, assim não da pra se culpar, afinal o coração é a nossa indentidade, oq somos de verdade, e todo ser humano erra, e erra por pensar ou agir com o coração, qdo vai com a cebeça é algo mais frio.... abraço

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Girassol disse...

Se existe algo que eu faço (talvez até em excesso) é seguir o coração.
A minha vida é bem mais emoção do que razão. E, quando preciso usar toda a minha razão, é sinal de que alguma coisa está bem errada para os lados do coração.
Jamais me culpo por me permitir sentir, talvez me angustie por não ter tantas respostas quantas gostaria de ter, mas a vida pensada em demasia perderia toda a graça.

Beijinhos.